O que cada painel mostra
- Volume por mês. Quantos casos o Radar catalogou a cada mês. Serve para ver movimento — um pico costuma significar que um golpe ganhou atenção da imprensa, não que ele nasceu naquele mês.
- Por tipo de golpe. Quais abordagens aparecem mais nas fontes monitoradas. É a leitura mais útil da página: mostra o que está circulando com força agora.
- Por canal. Por onde o golpe chega — PIX, WhatsApp, telefone, e-mail, redes sociais, presencial. Ajuda a entender onde vale redobrar a atenção.
- Por severidade. Nossa classificação do estrago típico do golpe, não do caso individual noticiado.
Três armadilhas ao ler estes gráficos
Cobertura não é frequência. Estes números contam notícias, não vítimas. Um golpe pode dominar o gráfico por ter atingido alguém famoso, e outro pode quase sumir daqui sendo muito mais comum. Fraude contra idoso é o exemplo clássico: acontece muito e é noticiada pouco.
A base é jovem. O Radar começou a catalogar recentemente. Comparar um mês cheio com um mês em que ele mal estava rodando não diz nada sobre a realidade — diz sobre o nosso histórico.
As fontes têm viés. Monitoramos um conjunto limitado de veículos, com concentração no Sul e no Sudeste. O resto do país aparece menos aqui do que aparece na vida real.
Onde buscar estatística oficial
Se você precisa de número para trabalho acadêmico, reportagem ou decisão de política pública, esta página não é a fonte certa. Procure o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, os dados das secretarias estaduais de segurança e, para fraude bancária, as estatísticas que o Banco Central publica sobre o mecanismo de devolução do PIX.
Quer entender como esta base é construída, o que entra, o que fica de fora e por quê? A página de metodologia explica o processo inteiro.