Todo caso noticiado que entra no Radar é classificado por tipo, canal e severidade. Esta página é a leitura agregada dessa base — atualizada todos os dias, de forma automática.
Antes de interpretar qualquer número desta páginaEles medem cobertura noticiosa: quantas vezes cada tipo de golpe apareceu nas fontes que monitoramos. Não medem quantos golpes de fato aconteceram no Brasil. Um golpe muito noticiado não é necessariamente o mais frequente — e um golpe pouco noticiado pode ser comum e subnotificado. Como a base é construída →
Volume de registros por mês
Ainda não há dados suficientes para este painel. Ele passa a ser exibido assim que o Radar acumular registros.
Como ler estes números. Eles medem cobertura noticiosa: quantas vezes cada tipo de golpe apareceu nas fontes que monitoramos. Não medem quantos golpes de fato aconteceram no Brasil. Um golpe muito noticiado não é necessariamente o mais frequente, e um golpe pouco noticiado pode ser comum e subnotificado. As fontes monitoradas estão listadas na página de metodologia. Dados atualizados em 26/08/2026 as 00:10.
Tipos de golpe mais registrados
Quantidade de registros no Radar por tipo, nos últimos 12 meses.
Ver os números em tabela
Categoria
Registros
Golpe do PIX
2
Falso sequestro e uso de voz ou video gerados por IA
1
Falsa central do banco
1
Engenharia social
1
Loja fantasma
1
Alertas
1
Golpe contra idoso e beneficiario
1
WhatsApp clonado ou falso parente
1
Canais por onde o golpe chega
Quantidade de registros no Radar por canal de abordagem.
Ver os números em tabela
Categoria
Registros
Pix
4
Telefone
3
Whatsapp
2
Redes sociais
1
Presencial
1
Site falso
1
SMS
1
Aplicativo falso
1
Severidade dos casos registrados
Severidade atribuída pela classificação do golpesna.net. Cada faixa é sempre identificada pelo nome, não apenas pela cor.
Ver os números em tabela
Severidade
Registros
Participação
Baixa
0
0%
Média
0
0%
Alta
1
50%
Crítica
1
50%
O que cada painel mostra
Volume por mês. Quantos casos o Radar catalogou a cada mês. Serve para ver movimento — um pico costuma significar que um golpe ganhou atenção da imprensa, não que ele nasceu naquele mês.
Por tipo de golpe. Quais abordagens aparecem mais nas fontes monitoradas. É a leitura mais útil da página: mostra o que está circulando com força agora.
Por canal. Por onde o golpe chega — PIX, WhatsApp, telefone, e-mail, redes sociais, presencial. Ajuda a entender onde vale redobrar a atenção.
Por severidade. Nossa classificação do estrago típico do golpe, não do caso individual noticiado.
Três armadilhas ao ler estes gráficos
Cobertura não é frequência. Estes números contam notícias, não vítimas. Um golpe pode dominar o gráfico por ter atingido alguém famoso, e outro pode quase sumir daqui sendo muito mais comum. Fraude contra idoso é o exemplo clássico: acontece muito e é noticiada pouco.
A base é jovem. O Radar começou a catalogar recentemente. Comparar um mês cheio com um mês em que ele mal estava rodando não diz nada sobre a realidade — diz sobre o nosso histórico.
As fontes têm viés. Monitoramos um conjunto limitado de veículos, com concentração no Sul e no Sudeste. O resto do país aparece menos aqui do que aparece na vida real.
Onde buscar estatística oficial
Se você precisa de número para trabalho acadêmico, reportagem ou decisão de política pública, esta página não é a fonte certa. Procure o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, os dados das secretarias estaduais de segurança e, para fraude bancária, as estatísticas que o Banco Central publica sobre o mecanismo de devolução do PIX.
Quer entender como esta base é construída, o que entra, o que fica de fora e por quê? A página de metodologia explica o processo inteiro.